Segundo o diretor da instituição de ensino, Dilson Costa Neves, o Sesi objetiva promover, de formas variadas e criativas, a qualidade de ensino e o interesse dos estudantes pelas práticas dentro e fora da escola. “O programa Sesi+ é exemplo de dinamismo e inovação no acompanhamento estudantil,” disse.
Alinhado às novas diretrizes propostas pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), O Programa Sesi + tem por interesse principal melhorar ainda mais a educação ligada à indústria. Os estudantes integrantes do Programa, iniciado em 2011 como projeto piloto, participam de encontros e oficinas que trabalham aspectos como liderança, capacidade de leitura e interpretação, comunicação de resultados e habilidades ligadas às novas tecnologias.
Os trabalhos são desenvolvidos pelos próprios estudantes, que recebem apoio dos professores e de toda a equipe de apoio (biblioteca e técnicos de laboratório de Ciências e de Informática).
Em 2012, o Programa atingiu uma aprovação de aproximadamente 95% no Exame Seletivo do Ebep e do Ifal. Em 2013, foram preparadas as turmas dos 5º anos para a Prova Brasil e as dos 9º anos para o processo seletivo do Ebep e Ifal, além de prepará-los para a Olimpíada Brasileira de Matemática e Física. Este ano, a escola acrescentou ao programa a Olimpíada Brasileira de Astronomia e a Olimpíada Brasileira de Robótica.
Já o Concurso Canguru Brasil de Matemática é ofertado para estudantes do 3º ano do Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio, de escolas públicas e privadas. Em nosso país, o evento chega à sua sexta edição, e a nível internacional ocorre há 20 anos. “Em nossa escola temos 922 alunos participando da competição. Para nós, que fazemos parte da rede Sesi de ensino, é muito importante estimular os alunos a superar limites”.
Exposição Anne Frank - os alunos do 5º e 9º anos da escola Sesi Abelardo Lopes tiveram a oportunidade de conhecer mais a história da adolescente judia que escreveu um diário em junho de 1942 e agosto de 1944, onde registrou a perseguição nazista à sua família. Segundo o diretor do projeto, Carlos Henrique Souza, (convidado pela escola), o evento contou com a participação de 16 monitores – todos alunos da unidade de ensino. “O intuito dessa mostra é desenvolver habilidades como relembrar, reagir e refletir sobre a violência urbana”.
Na oportunidade, o monitor e estudante do 9º ano, Álvaro Honório, disse que ao ter acesso ao diário de Anne Frank ele, imediatamente, se identificou com a história e elogiou a iniciativa do Sesi.
“Apesar de a história ter ocorrido há anos eu consegui enxergar muita semelhança ao que passamos com a violência e intolerância da sociedade atual”, concluiu.
(Texto: Suzana Fagundes - Estagiária)
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